Jihad Vs Cruzadas

O Que Foram Realmente As Cruzadas?

Por Dr. Peter Hammond

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Os equívocos mais populares sobre as cruzadas são de que elas foram guerras agressivas de expansão lutadas por fanáticos religiosos, a fim de expulsar os muçulmanos de seus próprios países e forçá-los à se converterem ao cristianismo. Aqueles que realmente acreditam em qualquer desses conceitos demonstram sua ignorância da história.

UMA REAÇÃO À JIHAD

Os cruzados reagiram contra mais de quatro séculos de incessantes Jihads islâmicas (guerra santa), que já haviam matado mais de 50% de todos os cristãos do mundo e conquistado mais de 60% de todas os territórios cristãos – tudo isso antes da primeira cruzada acontecer. Muitas das cidades libertadas ainda eram mais de 90% cristãs, quando os cruzados chegaram. O Oriente Médio foi o berço do Cristianismo. Foram os cristãos que tinham sido conquistados e oprimidos pelos turcos seljúcidas. Muitas das cidades no Oriente Médio deram receberam os cruzados como libertadores.

Muito diferente da visão dos cruzados terem sido os agressores, foram os exércitos muçulmanos que espalharam o Islã da Arábia Saudita para todos os países cristãos do norte da África, Espanha e até mesmo na França, apenas um século após a morte de Maomé. Os exércitos muçulmanos saquearam e mataram em seu caminho algumas das maiores cidades cristãs no mundo, incluindo Alexandria, Cartago, Antioquia e Constantinopla. Esses invasores muçulmanos destruíram mais de 3.200 igrejas cristãs apenas nos primeiros 100 anos de islamismo.

GUERRA DE DEFESA

Como o professor Thomas Madden ressalta em “A Real História das Cruzadas”: “As campanhas das cruzadas no Oriente foram, em todos os sentidos, guerras defensivas. Elas foram uma resposta direta à agressão islâmica – uma tentativa de reagir e se defender contra as conquistas muçulmanas nas terras cristãs. Os cristãos no século 11 não eram fanáticos paranoicos. Os muçulmanos realmente os estavam atacando. O Islã nasceu pela guerra e cresceu dessa forma. Desde a época de Maomé, a forma de expansão muçulmana foi sempre pela espada. O cristianismo era a religião dominante do poder e da riqueza, e por isso o mundo cristão era um alvo principal dos primeiros califas, e iria permanecer dessa forma pelos líderes muçulmanos nos próximos mil anos. As cruzadas não foram outra coisa senão uma resposta para quatro séculos de conquistas, nas quais muçulmanos já haviam capturado mais de dois terços do mundo cristão”.

PENSANDO O IMPENSÁVEL

Como o jornal London Telegraph destaca: “Uma visão mais realista da história exige menos fantasia retrospectiva e mais trabalho cerebral. Significa que você deve forçar a tua visão para ver o que motivava homens e mulheres séculos atrás. Tente pensar o impensável – que os cruzados estavam certos, e que deveríamos ser gratos a eles.”

AMOR CRISTÃO E AUTO-SACRIFÍCIO

O professor Jonathan Riley-Smith explica que as cruzadas foram um “ato de amor ao próximo”. Foram atos de misericórdia para reparar um mal terrível. Um líder da Igreja escreveu para os Cavaleiros Templários: “Você realizam em obras as Palavras do Evangelho”, que dizem “não existe maior amor do que este, ou seja, um homem dar a sua vida pelos seus amigos”.

O professor Riley-Smith ressalta que os objetivos das cruzadas foram, em primeiro lugar, para resgatar os cristãos do Oriente: “Muitos milhares de cristãos estão ligados à escravidão e aprisionados pelos muçulmanos e torturados de inúmeras formas, e em segundo lugar foi a libertação de Jerusalém e outros lugares sagrados. Os cruzados medievais viam-se como peregrinos, restaurando de volta ao Senhor Jesus Cristo, a Sua propriedade. “A conquista de Jerusalém pelos cruzados, portanto, não era colonialismo mas sim um ato de restauração e uma declaração aberta de amor à Deus. Muitas vezes, presume-se que o objetivo central das cruzadas foi a conversão à força do mundo muçulmano. Nada poderia estar tão distante da verdade. Do ponto de vista dos cristãos medievais, os muçulmanos eram os inimigos de Cristo e Sua Igreja. Era tarefa dos cruzados derrotá-los e se defender deles. Foi isso. Os muçulmanos que viviam nos territórios conquistados pelos cruzados eram geralmente autorizados a manter seus bens, propriedades e meios de subsistência, e também sua religião.”

CONTRA TODAS AS PROBABILIDADES

Quando pensamos sobre a Idade Média, nós inevitavelmente vemos a Europa à luz do que ela se tornou em vez de como ela era. O fato é que a superpotência da era medieval era o Islã, e não a cristandade. As cruzadas foram uma guerra contra todas as probabilidades, com incrivel e imensamente distantes rotas de suprimento e a logística totalmente inadequada. Foi uma empreitada de Davi contra Golias desde o início. As chances de sucesso da primeira cruzada eram altamente improváveis. Eles não tinham um líder, nenhuma cadeia de comando, nem rotas de abastecimento e nenhuma estratégia detalhada. A primeira cruzada consistia simplesmente de milhares de guerreiros dedicados marchando para dentro do território inimigo, à milhares de quilômetros de casa. Muitos deles morreram de fome, doenças e ferimentos. Foi uma campanha duríssima que sempre esteve à beira de um desastre.

“No entanto, ela foi milagrosamente bem-sucedida. Por volta de 1098, os cruzados haviam restaurado Niceia e Antioquia ao controle cristão. E em julho de 1099 eles reconquistaram Jerusalém e começaram à construir um estado cristão na Palestina.”

UM JULGAMENTO DE DEUS

Quando Jerusalém foi conquistada por Saladino em 1187, os cristãos de toda Europa acharam que Deus os estava punindo por seus pecados. Inúmeros movimentos leigos surgiram em toda a Europa, dedicados à purificar a sociedade cristã de modo que ela pudesse tornar-se digna de uma vitória no Oriente.

O professor Madden, da Universidade St. Lewis, autor de “Uma História Concisa das Cruzadas” observou: “É fácil, muitos séculos depois, fazer cara-feia contra as cruzadas. Afinal de contas, religião nada mais é do que guerras. Mas devemos estar conscientes que os nossos antepassados medievais teriam ficado igualmente enojados com nossas guerras infinitamente mais destrutivas travadas em nome de ideologias políticas. Se nós admiramos os cruzados ou não, é fato que o mundo como conhecemos hoje não existiria sem os seus sacrifícios. A antiga fé cristã, com seu respeito pelas mulheres e oposição à escravidão, não só sobreviveu, mas floresceu.” Mas se não fosse pelos cruzados, a Europa provavelmente teria caído diante do Islã e o ocidente cristãos nunca teriam existido.

APRENDER À DISCERNIR

O Dr. Ted Baehr, do Movieguide, aconselha os telespectadores à serem “sábios o suficiente com a mídia, para rejeitar o revisionismo histórico. O problema é que as gerações futuras podem acabar aceitando essa propaganda anti-cristã “politicamente correta”.

MAOMÉ VERSUS CRISTO
Em seu artigo “Ódio, Revisionismo Histórico e Cristofobia no filme O Reino dos Céus”. O Dr. Ted Baehr mostra algumas diferenças entre Maomé e Jesus Cristo:

“Maomé foi o profeta da guerra, Jesus Cristo é o Príncipe da Paz”. (Isaías 9:6-7)

Os discípulos de Maomé mataram por sua fé, e os de Cristo morreram por sua fé. (Atos 12:2; 2 Tim. 4:7)

Maomé promoveu perseguições contra os “infiéis”, mas Cristo perdoou e converteu o chefe dos perseguidores. (1 Tim. 1:13-15)

Maomé foi um ceifador de vidas, mas Jesus foi o doador da vida. (João 10:27-28)

Maomé e seus guerreiros assassinaram muitas centenas de milhares, mas Cristo jamais matou alguém e salvou à muitos. (João 12:48)

O método de Maomé era a coerção, o de Cristo a conversão. (Atos 3:19)

Maomé pregava à força, Cristo pregou a Fé. (João 6:29, 35)

Maomé era um guerreiro, Cristo foi um libertador. (Col. 1:13; 1 Tess. 1:10)

Maomé dizia às multidões, “Convertam ou morram!”; Cristo dizia, “Creiam e vivam!” (João 6:47; 11:25-26)

Maomé derramava o sangue de outros (Rom. 3:15-17); Cristo derramou Seu próprio sangue para salvação de muitos. (Ef. 1:7)

Maomé pregava “Morte aos infiéis!”; Cristo pregava “Pai, perdoe-lhes, porque não sabem o que fazem.” (Lucas 23:34)

Maomé conclamou uma guerra santa (Jihad) contra os infiéis; Cristo alcançou uma vitória santa na Cruz do calvário (Col. 2:14-15) e Seus seguidores são participantes dessa vitória. (João 16:33)

Maomé constrangeu seu povo pela conquista, e Cristo constrangeu pelo amor. (2 Cor. 5:14)

Os terroristas modernos se inspiram em Maomé e cometem suas atrocidades horríveis em nome do seu deus, mas os cristãos se inspiram Naquele que disse, “Bem-aventurados são os pacificadores.” (Mateus 5:9)

Os discípulos de Maomé dos nossos dias celebram nas ruas, os ataques terroristas cometidos por islâmicos, mas os discípulos de Cristo dos dias de hoje lamentam profundamente pelas atrocidades cometidas no passado por aqueles que eram “cristãos” só de nome (parte dos cruzados, a inquisição espanhola, etc.).

Muitos muçulmanos são pacíficos e amantes da paz porque não seguem estritamente os ensinos do seu fundador. Muitos cristãos são pacíficos e amantes da paz porque seguem estritamente os ensinamentos de seu fundador. (Rom. 12:17-21)

Maomé convocou seus seguidores à guerra, já Jesus disse, “Meu Reino não é deste mundo. Se meu Reino fosse desse mundo, meus servos lutariam por ele…..mas agora meu Reino não é daqui.” (João 18:36)

Maomé ordenou a morte dos judeus (veja A. Guillaume, A Vida de Maomé, Oxford University Press [1975], pág. 369); Cristo ordenou que o Evangelho fosse pregado “primeiro aos judeus”. (Atos 1.8, Rom. 1:16)

O Corão diz, “Lutem contra os pagãos e matem-nos onde os acharem” (Qu’ran 9.5); Cristo disse, “Preguem o Evangelho à toda criatura.” (Marcos 16:15)

A missão de Maomé foi de conquistar o mundo para Alá, e a de Cristo de destruir o poder do pecado através de seu sacrifício em nosso lugar (2 Cor. 5:21; 1 Ped. 3:18).

Maomé declarou que há um só deus, Alá, mas Jesus disse que Ele era Deus. (João 10:30-31; João 8:58-59; João 5:18; João 14:9)

O túmulo de Maomé está OCUPADO! O túmulo de Cristo está VAZIO!

A JIHAD VS O EVANGELHO

A palavra “cruzada” não aparece na Bíblia e nem é um mandamento. No entanto a Jihad é o sexto pilar do islã e o segundo maior mandamento de Maomé. Ela não é recomendada, mas ordenada no Corão.

As cruzadas já terminaram à muitos séculos atrás. No entanto a Jihad Islâmica é realizada até hoje. Milhões de cristãos foram assassinados ao longo dos séculos por militantes islâmicos – como os 1,5 milhões de cristãos armênios assassinados na Turquia em 1915. Os cristãos continuam à ser abatidos por militantes islâmicos na Indonésia, Filipinas, Sudão, Síria, Iraque, Quênia e Nigéria até os dias atuais.

Portanto, antes dos cristãos acharem que devem pedir desculpas pelas cruzadas, que aliás já acabaram à mais de 700 anos, seria sensato primeiro aprender pesquisar fontes confiáveis sobre o que foram realmente as cruzadas, e estudar os ensinamentos islâmicos e históricos sobra a Jihad durante os últimos 14 séculos. O livro “A Escravidão, o Terrorismo e o Islã – As Raízes Históricas e a Ameaça Contemporânea”, proporcionaria uma boa introdução. Aqueles que não conhecem seu passado não tem futuro.

Para uma análise das distorções teológicas e históricas no épico de Ridley Scott, e a propaganda anti-cristã contra as cruzadas, veja: O Reino dos Céus – Uma Cruzada de Hollywood Contra o Cristianismo.

 

– Original: http://www.creationworldview.org/articles_view.asp?id=170#sthash.8ZVt47vB.dpuf

A Terra e o Mundo Pertecem ao Senhor

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Quem é o dono da comunidade?

Salmo 24.1-6

1 Do SENHOR é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os seus habitantes.

2 Ele próprio fundou-a sobre os mares e firmou-a sobre os rios.2

3 Quem pode subir ao monte do SENHOR? Quem pode ficar de pé no seu santo lugar?

4 Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro, e não se entrega à mentira, nem age com falsidade.

5 Este receberá do SENHOR a bênção, e Deus, o seu Salvador, lhe fará justiça.

6 Estes são aqueles que o buscam, que procuram a tua face como Jacó, ó Deus.

 

O governo? As pessoas? Não!

Deus é o dono da comunidade. Ele fez a comunidade. Ele possui todas as coisas, ele criou todas as coisas. Ele é a autoridade máxima. E Ele nos deu a autoridade para governar a Terra.

Não apenas a Terra, mas o Mundo.

O Mundo não é a Terra, mas o sistema que move tudo à nossa volta.

A única forma de servir a Deus é servir a mais alguém.

 

Mateus 25.31-40

31 Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, então, se assentará em seu trono na glória nos céus.

32 Todas as nações serão reunidas diante dele, e Ele irá separar umas das outras, como o pastor separa os bodes das ovelhas. 

33 E posicionará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.

34 Então, dirá o Rei a todos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, abençoados de meu Pai! Recebei como herança o Reino, o qual vos foi preparado desde a fundação domundo.

35 Pois tive fome, e me destes de comer, tive sede, e me destes de beber; fui estrangeiro, e vós me acolhestes. 

36 Quando necessitei de roupas, vós me vestistes; estive enfermo, e vós me cuidastes; estive preso, e fostes visitar-me’. 

37 Então, os justos desejarão saber: ‘Mas, Senhor! Quando foi que te encontramos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te saciamos?

38 E quando te recebemos como estrangeiro e te hospedamos? Ou necessitado de roupas e te vestimos?

39 Ou ainda, quando estiveste doente ou encarcerado e fomos ver-te?’. 

40 Então o Rei, esclarecendo-lhes responderá: ‘Com toda a certeza vos asseguro que, sempre que o fizestes para algum destes meus irmãos, mesmo que ao menor deles, a mim o fizestes’.

 

Deus disse a Moisés: eu ouvi o clamor do meu povo, eu vi a miséria dele.

 

Êxodo 3

7 Disse o SENHOR: “Certamente tenho observado a opressão e a miséria sobre meu povo no Egito, tenho ouvidoseu clamor, por causa dos seus feitores, e sei o quanto estão padecendo. 

8 Por esse motivo desci a fim de livrá-los das mãos dos egípcios e tirá-los daqui para uma terra boa e vasta, onde mana leite e mel: a terra dos cananeus, dos hititas, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus.

9 Porquanto agora o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também contemplo a opressão com que os egípcios os estão submetendo e fazendo sofrer.  

10 Vai, pois, imediatamente: Eu o envio ao Faraó para tirar do Egito o meu povo, os filhos de Israel!”

11 Moisés, contudo, interpelou aDeus: “Quem sou eu para me apresentar diante do Faraó e fazer sair os israelitas das terras do Egito?”

12 Assegurou-lhe Deus: “Eu estarei contigo! Esta é a prova de que Sou Eu quem te envia: quando fizeres o povo sair do Egito, vós prestareis culto a Deus neste mesmo monte”.

 

Moisés estava muito feliz porque Deus iria descer pra resolver, porém ele disse que enviaria a Moisés. Ele começou a dar desculpas.

Quem pode subir no Monte do Senhor e Permanecer de Pé no seu Santo Lugar?

Nós não somos somente a Igreja. Nós somos a comunidade!

 

Exemplo de Watoto

Os líderes de células em Watoto vão aos líderes da comunidade e dizem: você é o líder, nós somos a comunidade (não dizem: somos a Igreja), a comunidade tem problemas, como podemos ajudar a resolver isso?

Escolhem um dos projetos, escolhem um dia e vão juntos com as pessoas da comunidade resolver o problema. Mas eles não vão em nome da Igreja, vão como comunidade. Mas as pessoas não são burras e sabem que eles são da Igreja. E a unção flue naturalmente.

Certa vez as paredes da Igreja começaram a ruir e a comunidade ajudou a Igreja.

 

Os fariseus tinham medo de pegar Jesus pois temiam a comunidade.

Encontre os problemas da sua comunidade e resolva.

Você não precisa de um grau universitário para ajudar alguém, nem ter todas as respostas, só precisa amar a comunidade.

Você precisa liderar uma célula. Os líderes devem ser treinados para serem líderes não somente das células, mas líderes locais nos lugares onde estiverem.

A Igreja está cheia de pessoas para mudar a nação.

 

Deus abençoe!

Seminário EKLÉSIA 2015

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O QUE É?

Marcos 16.15

O que pregar? Quando devo pregar? Onde devo pregar? Porque pregar? Do que preciso para começar?

 

As respostas a estas perguntas serão respondidas neste seminário.

 

QUEM DEVE IR?

Todos os crentes. Todos aqueles que receberam a nova vida em Cristo e, através dEle, o poder de serem feitos Filhos de Deus.

 

Quando?

De 20 à 22 de novembro de 2015.

 

Local

EKLÉSIA Ministério internacional

A Páscoa da Cruz

A celebração de Páscoa deste Domingo, 20 de Abril, foi regida por alguns dos hinos que marcaram a história de pessoas que amaram a Cruz, como “A Mensagem da Cruz”, versão em português da canção The Old Rugged Cross (Rude Cruz), composta pelo norte-americano George Bennard, entre outras.

Seguiram-se duas apresentações: a representação da Páscoa judaica pelas crianças do ministério Eklésia Kids, baseada no trecho de Êxodo, capítulo 12, em que foi registrada a décima e última praga lançada sobre o Egito, a morte dos primogênitos, determinante para a libertação do povo judeu, e a coreografia realizada pelo ministério Dança da Noiva, enfatizando a imagem de Cristo como nosso Cordeiro sacrificial sem mácula, na música Getsêmani (Leonardo Gonçalves).

O Pr. Guilherme Tavares introduziu as ministrações com uma palavra sobre oferta, lembrando-nos que:

O dinheiro não é um bem (no sentido de posse) _ é apenas um instrumento. Podemos usá-lo para adorar ao Senhor, ministrando uma canção a Ele.

Pois, como está escrito em Hebreus 11.4, a oferta de Abel foi de tal modo agradável a Deus, que ele alcançou testemunho de homem justo e, através dela, mesmo depois de morto, ainda fala.

 

Quanto à pregação sobre Páscoa, a mensagem transmitida pela Pra. Gláucia Rosane foi:

Alguns preferem se lembrar da Páscoa pela ressurreição; mas é bom falar da cruz para nos lembrar que somos pecadores.

“Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Romanos 7.24). JESUS!

O apóstolo Paulo não falava da morte física, mas da morte espiritual trazida pelo pecado. Por isso Ele se entregou por nós! Ele sabe que somos incapazes de cumprir votos e fazer sacrifícios, porque sabe que somos falhos em tudo… e ainda continua nos amando.

Por causa de nossas atitudes somos dignos de ir para o inferno. Pecamos sem ninguém ver, mas só Deus sabe o que se passa em nossas mentes…

Somos péssimos pecadores e, quando queremos ser legalistas somos piores ainda. Então, Jesus pega tudo e diz: “Deixa eu tomar conta disso e disso… Você não sabe cuidar das coisas espirituais.”

Nós precisamos de um Salvador, porque não somos bons. Vá somando suas falhas diárias… Essa é a nossa condição _ pecadores. Devemos ter consciência de que se os pecadores não buscarem a Jesus, eles irão para o inferno.

Como Jesus foi perfeito para sofrer e morrer por nós. Somente o sacrifício de um justo pelos injustos poderia nos livrar do inferno.

Se nossas obras são más, mesmo crentes, o que fazer para ser salvo? Todos os dias devemos nos converter a Jesus e pedir que Ele nos salve, porque não prestamos. O Senhor olhou para a terra e viu que não havia um justo sequer, mas olhou para a Sua Glória e em Sua Beleza viu Jesus, e decidiu que este seria o sacrifício por nós.

Quem daria o filho por um estrupador? Por um ladrão? Se a comunidade encontra um malfeitor desse, agride e, se a mãe chega pedindo misericórdia, dizem: “ladrão não tem parente!” Mas Jesus decide acolher esse pecador.

Por fim,  os representantes de cada família receberam pacotes com pão sem fermento e um pouco de vinho sem álcool, à simbologia do corpo e do sangue de Cristo.

Feriado da Faxina _ Pessah (Páscoa)

É preciso que haja um começo para que exista um fim _ este é o desígnio de nossas vidas.

Armando Sodré

Assim, começou a pregação do querido líder da Rede de Jovens da Eklésia Ministério Internacional, o irmão Armando Sodré, em nossa celebração de Pessah (Páscoa).

Conhecer o verdadeiro sentido da Páscoa é um dever que cabe a todo cristão _ precisamos entender quando tudo começou. É necessário que saibamos que a Páscoa, reduzida a uma simbologia comercial de um “coelho que põe ovos”, se refere, não a chocolates superdecorados e recheados de surpresinhas, mas ao sacrifício de Cristo, nosso Cordeiro Pascal, a quem devemos a honra e a glória de termos sido reconciliados com o nosso Pai e Criador. Foi na cruz em que Jesus, o Filho de Deus, se deixou ser pregado e humilhado que recebemos a nossa Salvação _ este é o nosso COMEÇO.

Baseando-se no livro de Êxodo, no capítulo 12, do versículo 1 ao 14, o irmão Armando Sodré desenrolou a história da promessa de nossa Salvação, em que, através de Pessah (ou Páscoa) _ festa que, profeticamente, celebrava a libertação do povo judeu da escravidão no Egito (e o livramento da morte de seus primogênitos, a última praga que Adonai  enviara sobre os egípcios) _ o Senhor estabeleceu a sua aliança através do sangue de um cordeiro sem mácula _ a imagem figurada do próprio Jesus Cristo, em sua oferta sacrificial pela libertação da humanidade pecaminosa.

Segundo o entendimento revelado nesta noite, a Páscoa é o começo de TUDO (Êxodo 12.2). Devemos celebrá-la, por que nos faz lembrar de quem éramos quando vivíamos num sistema de escravidão, num lamaçal de pecado, mas ficamos saturados de pecar e resolvemos mudar. Essa mudança se refere ao momento em que tomamos para nós o Cordeiro.

[…] Tomar o Cordeiro para si significa desprezar as tentações do mundo, esquecer das coisas “boas” que nós fazíamos no mundo. Lembrar dessas coisas é abrir uma porta para o inimigo entrar em nossas vidas, e nos fazer cair de novo. Ter saudade das coisas do mundo não é para quem tomou o Cordeiro para si… Ele é a nossa Páscoa! Ele é o nosso novo começo. Se entregou por nós…  o Senhor nos dá a alegria da Salvação _ a Páscoa nos tira do sistema do Egito, do sistema do mundo. Jesus muda TUDO _ as coisas velhas se passaram, eis que tudo se fez NOVO (2 Coríntios 5.17)!

[…] Vida limpa _ sem fermento, sem pecado (1 Coríntios 5.7)! Não ficar escondendo fermento em casa, não esconder pecados no coração. Precisamos comer a Páscoa com pressa (Êxodo 12.11) _ precisamos ter pressa para deixar o pecado! Você já deu uma “geral” na sua casa? […] Deus discerne tudo dentro do homem, mas quem deve fazer a faxina somos nós.

[…] Páscoa é a festa da liberdade. Isso não significa fazer o que quiser e quando quiser. A verdadeira liberdade é acompanhada de leis para nos deixar no EIXO, senão, viveríamos no caos. Não sabemos viver em liberdade sem leis, pois a vontade de nossa carne é ser livre para fazer coisas ruins. Fazer o que se quer e quando se quer não é liberdade, é escravidão de pecado. […] Não existe liberdade sem instrução, por que nos afastaríamos da presença de Deus.

[…] O propósito da nossa liberdade é servirmos uns aos outros (Gálatas 5.13). […] Fomos libertos para a glória de sermos filhos de Deus (Romanos 8.20,21). […] Jesus veio para que pudéssemos ser livres, não libertinos, e para que experimentemos duma vida boa, agradável e destinada ao sucesso, pela Vontade de Deus. A nossa aventura é viver TODO o propósito de Deus! […] O propósito da Salvação é mais do que poder dizer: “eu vou pro céu”, mas é viver seu tudo. A PÁSCOA é o começo, TABERNÁCULOS é o auge… poder, assim como Moisés, ter o rosto reluzente após falar com Deus.

Armando Sodré

Terminada a ministração, seguiu-se um ato profético e de representação da Páscoa em nossas vidas, em que todos os jovens comeram uma folha de rúcula, cujo sabor amargo relembra um passado de pecado, superado pelo sabor de um doce, representando a nova etapa de nossas vidas, a alegria da Salvação pela superioridade do sangue de Cristo sobre toda obra da carne.

É claro que um culto de jovens não podia terminar sem algumas músicas de adoração que não permitiram ninguém ficar com os pés no chão. Afinal, que sirvamos nossos “corpos como sacrifício VIVO, SANTO e AGRADÁVEL a Deus” (Romanos 12.1).

 

Culto de 16 de Março de 2014 (Domingo)

O louvor foi marcado pela quebra da religiosidade, quando a Pra Glaucia Rosane, tocada pelo Espírito Santo de Deus, disse: “O que te prende? O que prende teus pés? Dê passos para adorá-Lo! O que prende tuas mãos? O que seria melhor do que adorar a Deus? Entre pelas portas da eternidade, entre livre!”, os levitas tocaram seus instrumentos, chamando a presença de Deus; a igreja adorou a Deus com liberdade e as vozes fizeram um som de adoração; a palavra de Deus começou a ser cantada e revelada; todos adoraram a Deus abraçados à bíblia e o amor por Jesus encheu toda a igreja. Nessa noite de céus abertos muitos dançaram, sorrindo, expressando a alegria de estarem na presença de Deus. De fato, a presença de Deus que a igreja sentiu foi muito forte.

Após a iniciação desse culto, com essa adoração poderosa, começaram os testemunhos de alguns membros da igreja sobre o Encontro com Deus _ essa experiência maravilhosa onde, em apenas três dias, Deus faz milagres nas vidas daqueles que se dispõem à transformação.

“Eu fui completamente transformada[…] Quem não fez o encontro está perdendo, porque o encontro transforma”.

Testemunhou Dayana Marcela, esposa de Bruno Gomes, que em confirmação, acrescentou:

“O Encontro foi um divisor de águas[…] Deus é maravilhoso e misericordioso por isso Ele me levou ao Encontro[…] Você que ainda não entregou sua vida a Cristo e não fez o Encontro, faça isso logo!”

Depois, foi a vez do irmão Fabiano Araújo (um dos que participou do Encontro) concluir:

“Viver para Cristo é entender que você vai perder[…] Eu pensei que eu não era religioso, mas havia religiosidade em mim[…] Esteja disposto ao que Deus quer te dar[…] Eu quero agradecer a Deus por me dar mais uma oportunidade de salvação.”

Por fim, houve ainda o testemunho do irmão Rafael Costa:

“Há um mês perdi meu carro, colocaram a arma na minha cabeça[…] Mais do que eu e você, Deus sabe o que é perder. Jesus sabe o que é perder! Deus perdeu seu filho e Jesus perdeu sua vida[…] Vivemos um evangelho comercial[…] Creiam nisso: as perdas fazem parte das nossas vidas.”

O fato é que, aquele que serve a Cristo e vive nEle, ainda que perca tudo o que possui, na verdade, não perdeu nada. Permanece com TUDO, pois só precisamos de Cristo para viver…

 

PRINCÍPIOS DE UMA EKLÉSIA: ATOS DOS APÓSTOLOS

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Atitudes que os Apóstolos tomaram, depois de Jesus e no que acreditavam.

1. Levantaram Apóstolos (1.21-26)
A importância do Apostolado.
É necessário que todos estejam prontos. José e Matias estavam prontos e preenchiam ao único requisito para ser apóstolo de Jesus: ter sido testemunha, junto aos demais, desde o seu batismo até a sua ressurreição.

2. Espírito Santo (2.1-4) (19.4-7)
É necessário crer no batismo e ser batizado.

3. Salvação e Batismo (2.37-41)
O Batismo nas águas é para confissão pública de arrependimento, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

4. Células e Templo (2.42 e 46)
Ensino dos Apóstolos, Comunhão, Ceia e Oração.
No Templo diariamente, e casa em casa.
Eram estimados pelo povo.

5. Cura (3.4-8) (14.8-10); Poder (4.23); Libertação (16.16-18)
Cura simples, sem retorno para o ministro e sem supervalorização da cura em si.
Poder, os crentes da igreja primitiva exerciam poder sobre a terra. Nós temos autoridade para dizer à chuva parar ou não, temos autoridade sobre os animais, etc…
Libertação, Devemos ministrar libertação aos cativos.

6. Ressurreição (20.7-12)
Paulo ressuscita a um jovem com extrema tranquilidade. Ele nunca havia visto Jesus ressuscitar alguém, mas soube das histórias contadas e que Jesus havia ressuscitado.
A ressurreição deve ser algo que acontece nos nossos dias.

7. Ofertas (4.36 e 37)
Ofertar com gratidão, doar para a obra de Deus.

8. Dízimos (5.1-10)
Ananias e Safira não devolveram a parte correta daquilo que deveriam.
“4Mantendo-o contigo, porventura não continuaria teu? E vendido, não estaria todo o dinheiro em teu poder? Como pudestes permitir que tais ideias dominassem tua vontade? ”

A questão a respeito dos dízimos não é o valor, mas a fidelidade. Ananias e sua esposa sederam à própria vontade de dominar sobre aquilo que não era deles.
Nossa vontade tenta dominar sobre quem é o senhor do meu dízimo. Quando não devolvemos o dízimo na igreja estamos dizendo que Deus não tem capacidade de dominá-lo e administrá-lo. Ele se ira contra essa atitude e chama de ladrão (Malaquias 3.10) que faz isso.

9. Levantar diáconos, pastores e líderes (6.2 e 3)
Foram levantados 7 diáconos que deveriam cuidar da ministração pessoal às mesas. Esses irmãos se tornaram líderes diretos do povo e faziam milagres e maravilhas no meio do povo.

10. Envio de Missionários transcultural (8. 5-7 e 26)
Filipe foi um exemplar missionário.

11. Ministração dos Anjos (12.6-8)
1- Paulo recebe instruções de um anjo.

12. O trabalho secular x sagrado (18.1-5)
Paulo se une a Áquila e Priscila, trabalhavam e argumentavam na sinagoga.
Depois (v. 5) dedicou-se somente à Palavra, mas Áquila e Priscila continuaram com os dois ministérios.

Conclusão
O que a Eklésia do início fazia, devemos fazer. Obedecendo aos princípios.

O Princípio das Ofertas

Ex.25.1,9

Quebra Gelo: Quando você deseja muito ter algo (um objeto), isso deve ter um preço de mercado. Você compraria essa “coisa”, pagando um preço justo por ela?

Introdução:

O povo de Israel fazia ofertas e sacrifícios a Deus regularmente, assim como os cristãos hoje em dia tomam a comunhão na igreja, dão ofertas e oram. Os Israelitas entregavam a Deus ofertas e sacrifícios para restabelecer um relacionamento com Deus. As regras quanto a ofertas e sacrifícios eram bem detalhadas e Deus esperava que os israelitas as seguissem minuciosamente.

O principal ponto histórico/bíblico referente às ofertas do povo é relatado quando Moisés recebe ordens de como construir o tabernáculo e o povo instruído a trazer ofertas para a sua construção.

Comentários:

O Dízimo é um estatuto de Deus.

O que é um Estatuto?

No dicionário da Língua Portuguesa,  significa regulamento; regra; é uma Lei orgânica ou regulamento de um estado ou de uma associação. Texto que regulamenta o funcionamento de uma sociedade.

Por que devemos ofertar?

1. Gratidão, Ações de Graça. (Lv 7.12)

2. Para o templo. (Ex 25.1-9)

3. Voluntárias. (2Rs 12.4) Este tipo de oferta demonstra um coração liberado e aberto ao Senhor.

Por que devemos devolder o Dízimo?

1. Por que eles são do Senhor (Lv 27. 30-32 )

2. Para que Deus repreenda o Devorador (Ml 3.11)

Os Judeus acreditavam e viam os gafanhotos como uma praga liberada pelo Senhor às suas plantações, caso eles não cumprissem seus estatutos com relação aos dízimos e ofertas. Observando os texto do livro de Joel Cap.1.4 são mencionados todos os tipos gafanhotos, mas em Joel 2.25 o Senhor diz que restituirá o que o migrador, o destruidor e o cortador nos fizeram, mas com relação ao Devorador, este só pode ser repreendido através de nossos Dízimos.

3. Para que não nos falte nada em nosso lar (Ml 3.10)

Conclusão

Para não roubarmos ao Senhor, devemos cumprir seus mandamentos no tocante aos dízimos e ofertas (Ml 3.5).

Todas as vezes que obedecemos ao Senhor Ofertando e Dizimando com o nosso entendimento do que isso significa, estamos consagrando nossa casa, nossos bens, e tudo que passa por nossas mãos e o diabo não encontrará direito sobre nenhuma dessas coisas.

O Princípio de Autoridade

Rm.13.1,2

Introdução:

A maneira pela qual Deus exerce o seu governo, é definido através  do princípio de autoridade.A cadeia de autoridade com extensão de comando foi estabelecida por Deus com o objetivo de organizar, proteger e viabilizar uma administração efetiva. É bom que todos saibam desse princípio, pois ele poupa as pessoas de muito sofrimento e castigo que na verdade podem ser evitados.

Apesar do princípio e da posição serem sagrados, a pessoa pode ser iníqua.

“A PESSOA ERRADA NA POSIÇÃO CERTA É UMA DAS ESTRATÉGIAS PREDILETAS DE SATANÁS.”

Esse é um ponto que merece nossa intercessão principalmente a nível de governo da igreja. (Os. 8.4)

Comentário:

  • O princípio de autoridade é um legado de Deus

Já nascemos com uma liderança sobre nós que são os nossos pais. Quando Deus criou a segunda pessoa do mundo, o princípio da autoridade já entrou em vigor para os relacionamentos humanos. Eva seria uma adjuntora idônea, sob a liderança espiritual de Adão.

Ex. 32.10 – o próprio Deus respeita e se sujeita a autoridade delegada a Moisés quando pede permissão para matar o povo.

  • O princípio da autoridade estabelece a ordem de Deus

O princípio da autoridade é o mais importante agente para manter  pessoas, valores e coisas em ordem. Não existe crescimento sadio sem organização e não existe organização sem autoridade.

Uma boa liderança produz ordem e desenvolvimento. Antes de estabelecer alguém em autoridade, essa pessoa precisa ser treinada, testada e aprovada.

Sem uma cadeia de autoridade seríamos uma multidão de pessoas vivendo desordenadamente. Isso é Anarquia, isso é autodestruição.

O caos culmina quando pessoas se rebelam contra o princípio da autoridade.

Não podemos confundir princípio de autoridade com estilo de liderança de uma pessoa.

Há uma grande diferença entre você não simpatizar com o líder e você se rebelar contra o princípio de autoridade. O estilo de liderança é da pessoa, o princípio de autoridade é divino. Se não soubermos estabelecer esta fina linha entre a pessoa de autoridade e o princípio da autoridade, podemos facilmente trocar e trazer maldição para nós mesmos.

Muitas pessoas estão desencaixadas e perdidas porque em virtude de decepções com “autoridades” se rebelam contra o princípio de autoridade. Acham-se feridas resistindo e combatendo contra Deus. E dizem: não me submeto mais a homem, senão apenas a Deus!

Essas pessoas precisam ser quebrantadas pelo Princípio da Autoridade.

A história do Filho Pródigo ensina que pessoas são aprisionadas num lugar de sequidão e necessidades, e até morrem prematuramente por desrespeitarem o princípio da autoridade.

  • Autoridade é inseparável da responsabilidade

Por mais que uma posição concede poder, a autoridade legítima vem do caráter..Hoje vemos muitas pessoas obcecadas pelo poder.Mas se fôssemos um pouco mais sábios, não buscaríamos primeiramente o poder, mas caráter.Poder sem caráter é simplesmente uma armadilha espiritual..Jesus ensinou que ao que é muito dado, muito será cobrado.

Existem dois níveis de responsabilidade mediante pessoas que ocupam uma posição de autoridade sobre nós. A primeira responsabilidade é honrar e a segunda, é obedecer.(Ef.6.2,3) Só não se deve obedecer nenhuma ordem humana que afronte algum preceito moral divino.(At.5.27-29)

POSIÇÃO = CARÁTER + DOM + CHAMADO + TEMPO

Se existe algo que pode destruir a vida de alguém é uma posição inadequada de autoridade..Ex.: Saul com posição diante do gigante e Davi nada sendo diante do mesmo gigante.

A unção te conduz à posição, mas nem sempre a posição te conduz à unção.

NÃO PODEMOS SEPARAR A UNÇÃO DA MISSÃO NEM O DOM DA RESPONSABILIDADE ESPIRITUAL.

(sl. 90.17)

Precisamos de respaldo divino.

POSIÇÃO SEM CARÁTER = IRRESPONSABIIDADE

POSIÇÃO SEM DOM = INEFICIÊNCIA

POSIÇÃO SEM CHAMADO = VIOLÊNCIA

POSIÇÃO SEM O TEMPO DE DEUS = IMATURIDADE E SOBERBA